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sábado, 15 de outubro de 2011

Uma educação à japonesa


O assunto da moda é o tal de todos pela educação, médicos, juízes, técnicos de futebol, enfim, todos sabem muito sobre a educação, mas ... a educação praticada no nosso país está longe de ser libertadora, na verdade, é mais um instrumento de manipulação e arrebanhamento de votos.

Infelizmente, para alguns brasileiros, o CTQ (Controle de Qualidade Total) implantado no meio comercial Japonês fora extenso a nossa educação, ou seja, a partir de agora, os índices são o mais importantes, tanto faz formarmos analfabetos funcionais, o importante é o IDEB está acima da meta, afinal, com isso, nossos governantes contraem empréstimos internacionais e abastecem suas campanhas eleitoreiras.

Nossas escolas cada vez mais vêm se tornando um depósito de gente, na escola em que trabalho, temos 15 turmas alojadas em 10 salas de aula em um turno dito integral. E viva a hipocrisia política brasileira!!!!!!

Um olhar diferente sobre a radiciação


A todo tempo dizemos em sala de aula que a multiplicação é um atalho para a soma e que a divisão é uma forma de subtrair mais rápido, lembro-me de nunca ter visto (somente ouvido) enquanto aluno do Ensino Fundamental e Médio de como a radiciação seria uma forma de dividir mais rápido, e por consequência um atalho para a subtração. Depois de muitas pesquisas encontrei um método interessante de demonstrar.

Ao demonstrarmos com quadrados a potenciação, percebemos que os quadrados perfeitos são construídos pela soma sucessiva de números ímpares, como no exemplo abaixo:
Como a potenciação é a operação inversa do RADICIAÇÃO, foco deste pensamento, partimos desse princípio e, subtraímos do raiz quadrada pedida os números ímpares sucessivos, até que o resto seja menor que o próximo ímpar. A raiz quadrada será obtida pela soma da quantidade de vezes que fora subtraído. Como demonstrado no exemplo abaixo:
Fica evidente que esse método tem um melhor impacto para raízes quadradas exatas.

Como Estudar Matemática


O estudante que se prepara para as provas tem de dominar as ferramentas básicas da Matemática, que vai usar sempre. É imprescindível saber resolver equações, saber fatorar, por exemplo, expressões algébricas, saber operar com números, saber trabalhar com decimais, saber porcentagem.
          Na preparação para os exames, ao longo do ano, o estudante não deve deixar assuntos acumulados, sem compreendê-los, até porque certos assuntos são necessários para avançar em outros. Por exemplo, se não souber fatorar direito, não dominará equações algébricas.